Helicóptero atua nas operações de saúde desde junho; serviço aeromédico soma 440 atendimentos em três anos.
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O atendimento aeromédico em Sergipe conta com uma aeronave exclusiva para as operações de saúde do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192). Desde junho de 2026, o helicóptero H-130T2 auxilia no transporte de pacientes graves e na ligação entre municípios do interior e hospitais de referência.
Segundo o Governo de Sergipe, o serviço aeromédico realizou 440 atendimentos em três anos de atuação. A Secretaria de Estado da Saúde divulgou o balanço nesta terça-feira (27).
A aeronave atende situações em que a rapidez do deslocamento pode influenciar a recuperação do paciente. Entre elas, estão casos graves de infarto, acidente vascular cerebral (AVC), traumas complexos e acidentes com múltiplas vítimas.
A Central de Regulação de Urgências coordena o acionamento do serviço pelo número 192. O médico regulador analisa o quadro clínico, as condições de acesso ao local e a necessidade de transporte aéreo.
Enquanto isso, o comandante verifica as condições meteorológicas e a segurança do voo. Após a autorização, a central organiza o apoio terrestre para o embarque e o desembarque do paciente.
De acordo com a coordenadora do Complexo Regulatório de Saúde, Arianne Costa, cada missão depende de avaliação clínica e operacional. O serviço também pode atender recém-nascidos e crianças em estado crítico, além de auxiliar no transporte de órgãos e tecidos para transplantes.
A cabine da aeronave oferece espaço para que médico e enfermeiro atuem em lados diferentes da maca. Essa configuração facilita o acompanhamento do paciente e a realização de procedimentos durante o deslocamento.
O helicóptero conta com monitor desfibrilador, respirador automático, oxímetro, bombas de infusão e suporte para compressor torácico automático.
Além disso, uma cápsula neonatal com controle térmico permite transportar recém-nascidos que precisam de assistência especializada. O recurso atende, por exemplo, transferências do interior para unidades de terapia intensiva neonatal na capital.
Um termo de cooperação entre as secretarias estaduais da Saúde e da Segurança Pública sustenta a operação. O Grupamento Tático Aéreo (GTA) disponibiliza os pilotos e copilotos que comandam as missões.
Segundo a gestão estadual, a aeronave exclusiva amplia a disponibilidade para as demandas de saúde. A parceria também permite organizar o uso das duas aeronaves do estado durante períodos de manutenção preventiva.
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