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Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou, na quarta-feira 27, a criação do Comitê Técnico da Emergência Monkeypox para acompanhar a evolução da varíola dos macacos no país. Segundo o órgão, integrantes de áreas técnicas atuarão em conjunto com profissionais de saúde e com a comunidade científica.

 

“A atuação do Comitê permitirá ações coordenadas e céleres para salvaguardar a saúde pública”, informou a Anvisa. A agência também afirma que a atuação vai permitir “acelerar o desenvolvimento e as ações que envolvem pesquisas clínicas e autorização de medicamentos e vacinas”.

 

Segundo a Anvisa, a equipe técnica atuará “com orientações sobre protocolos de ensaios clínicos” de medicamentos “destinados a tratar, prevenir ou diagnosticar a doença causadora da emergência de saúde pública”.

 

A Organização Mundial da Saúde declarou emergência global para a varíola dos macacos no sábado 23. O órgão classificou nesta semana a doença como “muito preocupante para países como o Brasil”.

 

Em entrevista a jornalistas, a líder técnica do órgão para a doença, Rosamund Lewis, afirmou que o Brasil está “relatando um número significativamente grande de casos”.

 

Segundo as informações divulgadas ontem pelo Ministério da Saúde, o país tem 978 casos confirmados de varíola dos macacos. São Paulo é o Estado com maior número de pacientes com a doença: 744 pessoas. Na sequência aparece o Rio de Janeiro, com 177 casos.

 

A doença é causada pela infecção com o vírus Monkeypox, que provoca sintomas semelhantes aos da varíola, como febre, dor de cabeça, dores musculares, exaustão e inchaço dos linfonodos. Uma erupção geralmente se desenvolve de um a três dias após o início da febre, aparecendo pela primeira vez no rosto e se espalhando para outras partes do corpo, incluindo mãos e pés.

 

 

Via OESTE

 

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